sábado, 6 de outubro de 2012

Será que é tão infantil !?

Acreditar no ser humano é algo, talvez, necessário a vida em sociedade. Caso contrário talvez não teríamos como aceitar aquilo que nos cerca, muito menos aquilo que nos é imposto.
Sendo esta minha reflexão um tanto um quanto genérica talvez seja interessante que cada um de nós paremos diante de um espelho pelo menos 1 vez por dia para que nos questionemos - O que eu estou fazendo!?
A vida já é dura demais com aqueles que prezam por algo um pouco mais decente, não seria possível deixar as picuinhas de lado e começarmos a nos comportar como seres humanos !?
Não sei o que é necessário para que isso aconteça, talvez um pouco mais de frugalidade ou simplicidade, sem tanto egoísmo, sem tanto ódio.
Um livro que muito me apetece chama-se Vidas Secas de Graciliano Ramos que retrata bem esta indagação que vos faço.
Várias faces de todas as personagens são expostas por Graciliano Ramos de tal forma que nos apegamos a muitas dessas "imagens" criadas pelo autor e narradas em terceira pessoa carregadas um efeito de verossimilhança incrível.
Dentre muitas dessas imagens encontramos a de Fabiano que é a que mais me espanta, já que diante de uma realidade tão cruel como a do Nordeste do fim do Império - não que hoje com a nova República seja muito diferente - ele não se revolta ou melhor não tem condições de se revoltar. Vejamos o porque...

Convido-o, caro leitor a reflexão interna como a que o narrador realiza pelos personagens em Vidas Secas. 
Fabiano, como uma vitima da sociedade capitalista, é um marginal excluído pelo estado e desamparado pelos "cidadãos" desta tão nobre nação chamada Brasil. Enquanto ser humano Fabiano se indaga sobre seu real propósito de existir seria ele um homem, um animal ou um bicho !?
O que levaria um homem, diante de tamanha brutalidade imposta pelo meio que o cerca, a não se revoltar contra o "sistema"!?
Uma possível resposta para essa pergunta seria sim a falta de conhecimento, ou seja um individuo marginalizado intelectualmente, o que na prática o impediria de fazer reflexões mais apuradas já que lhe faltam diferentes "pontos de vista"/argumentos necessários para apurar um fato, criando versões deste.
Fabiano é limitado pelo conhecimento, contudo não é isso que faz com que ele deixe de se perguntar sobre o que é certo e o que é errado. Em busca de melhores condições de subsistência ele tenta mesmo que de maneira frágil proteger sua familia e assegurar-lhes um minimo de conforto conseguindo "comida".
Talvez o problema seja este "conforto" que não se reflete como algo tão humanamente confortável, levando em conta o enredo da estória, Sinhá Vitória apoiada pelo marido mata o papagaio de estimação da familia para satisfazer a necessidade mais básica de um individuo, acabar com a fome.
Imaginar o confronto que essas pessoas travam diariamente diante de uma realidade expressa pela dor de estômago, não é fácil considerando os alicerces que hoje a classe média possui após a estabilidade econômica.
Por mais genérica que tenha sido esta minha viagem de hoje, encerro indagando: O que, hoje, nos falta é um sistema educacional decente ou as condições básicas requisitadas por uma individuo, como comida, para que o país cresça!?

sábado, 10 de setembro de 2011

Oh.Querido amigo olha o que fizeste comigo!


se eu tivesse com energia,
queria fazer tanta coisa,
mas com tão pouco tempo,
me encontro desolado,
recluido e acuado !
sem ter a quem recorrer
sem apoio, de molho
em cima da cama
vou definhando
até o amanhecer !

Nomenclatura ?

Se você é gay, é pecado. 
Se você é bissexual, é confuso. 
Se você é muito magro, usa drogas. 
Se você é gordo, come demais. 
Se você anda bem vestido, é riquinho. 
Se você diz o que pensa, é grosso. 
Se você não diz o que pensa, é falso. 
Se você chora, é um dramático. 
Se ela tem muitos amigos homens, é biscate. 
Se ele tem muitas amigas mulheres, é viado. 
Será que um dia vamos viver num mundo sem rótulos? 



segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Satã

Todos os dias são recheados de aventuras, algumas emocionantes outras maçantes. No momento em que elas se revelam diante nossos olhos é possível perceber o grau que estas se estabelecem no quadro psiquiatrico de sanidade mental.
Certo dia estava eu navegando pelo site Youtube, serelepe, alegre e contente quando de repente me deparo com esta aventura ( que por sinal, não consegui identificar o nível da mentalidade de seu autor )
OLHA ISSO !




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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Comerciais


Alguns dos intervalos que não foram para o ar devido a uma questão legal. 
Acredito que devem ser exibidos assim como este que vou lhes mostrar, outros certamente virão a calhar. 
Para que você desenvolva um outro olhar sob os fatos que estão a se apresentar

Acabando com o conformismo

Nem sei o que te dizer nesse momento de angústia e de dor,

talvez fosse melhor não dizer que está tudo bem;

talvez fosse melhor não falar daquela formosura que roçou-se em mim outra vez;

talvez fosse melhor não conversar sobre politica este mês;

talvez fosse melhor não gritar com você; [nem sequer mais uma vez]

Pra quem sabe garantir a você meu amor, um amor que não traga dor !

A.A.Correia

sábado, 17 de julho de 2010

"Acidente"



Hoje, dia 17 de julho de 2010, é um dia de comemorações. Em especial com 2 grandes amigos, que para mim representam energia, alegria e vontade de viver. 
No entanto também é hoje que se "comemora" o maior desastre aéreo (já registrado) que o Brasil já sofreu. Há 3 anos, no dia 17 de julho de 2007, um Boeing se choca com um prédio na Av. Washington Luís na cidade de São Paulo, Zona Sul da capital Paulista.


O ACIDENTE


Um avião da TAM com 187 pessoas a bordo derrapou na pista do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, atravessou a Avenida Washington Luís e bateu em um prédio de carga e descarga da companhia aérea. A aeronave, um Airbus A320-233, vôo JJ 3054, prefixo PR-MBK, partiu de Porto Alegre, às 17h16 de terça-feira, 17 de julho de 2007, e chegou a São Paulo às 18h45. O acidente é o maior da aviação no país.O piloto ainda tentou arremeter quando percebeu que estava derrapando, porém não obteve êxito.




Em razão dos problemas na hora do pouso, o avião derrapou e se chocou com o prédio da TAM Express, localizado próximo à alça de acesso da avenida dos Bandeirantes, que possuía quatro andares e foi incendiado devido à colisão e explosão da aeronave.

O prédio funcionava como depósito da unidade de encomendas e também como garagem do serviço de shutter da TAM. Nele trabalhavam diversos funcionários no momento do acidente.
O avião, em sua trajetória desgovernada, atingiu pessoas em terra. Não se sabe, ainda, se há mortos ou se existem feridos entre as pessoas que estavam passando pela avenida, importante via da capital paulista. Nenhum funcionário do posto de gasolina se feriu.

Considerando apenas as vítimas a bordo da aeronave, este é um dos trinta piores acidentes da história da aviação civil e o maior dos últimos cinco anos. Em 2002, a queda de um avião próximo à costa de Taiwan vitimou 206 passageiros e 19 tripulantes.

Até o presente momento, o acidente com o vôo 3054 da TAM está ocupando a 29ª posição no ranking dos piores acidentes aéreos da história, organizado pela Aviation Safety Network.
Segundo a TAM, a quantidade de passageiros era 187, podendo o número de mortos elevar-se a 200, contando os funcionários presentes no edifício e transeuntes.

O mais grave desastre aéreo da aviação registrado até hoje, ainda segundo a Aviation Security Network, aconteceu em 1977, quando duas aeronaves das companhias Pan Am e KLM chocaram-se na hora da de-colagem no Aeroporto de Tenerife, Espanha, matando 583 pessoas.

Em um dos piores dias da minha vida, cheguei a ouvir pela 4ª vez o sinal do plantão da Rede Globo de televisão. Meu estômago embrulhou com a noticia, queria sabe de meus amigos, parentes e toda a patifaria inclusa no pacote da amizade.Gostaria de compartilhar pouco do que foi essa tensão.





Parentes de vítimas do acidente com o voo JJ 3054 da TAM fizeram neste sábado (17/07/2010) um protesto no Aeroporto de Congonhas.


Entre os parentes estava o aposentado Sídio Lima, de 58 anos. Em 17 de julho de 2007, ele perdia a filha Katiene no acidente. “É uma luta diária. Nunca esquecerei o que aconteceu”, disse, emocionado. “Mas a vida continua. Temos de levantar a cabeça e ir à luta”, completou.


Parentes das vítimas se reúnem neste fim de semana com representantes da Prefeitura para decidir o que será feito no local do acidente.